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quarta-feira, 13 de maio de 2026

PRF intercepta em Teresina caminhão com mais de meio milhão de maços de cigarros ilegais que seguiriam para Picos

 Caminhão abordado na BR-343 transportava 1.035 caixas de cigarros de origem estrangeira; carga saiu de Fortaleza-CE e teria como destino o município de Picos-PI…

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a tarde desta quarta-feira (13), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu uma grande carga de cigarros contrabandeados durante fiscalização na BR-343, em Teresina-PI. A ação foi desencadeada após levantamento de informações realizado pelos setores especializados da PRF no Piauí, que identificaram indícios de transporte ilícito sendo realizado por um veículo de carga que transitava pela região.

Com base nas informações obtidas, equipes da PRF intensificaram o patrulhamento no trecho urbano da rodovia e conseguiram localizar o caminhão suspeito nas proximidades da rotatória da Avenida Miguel Rosa. Após a abordagem, os policiais realizaram uma fiscalização minuciosa no veículo e no compartimento de carga, identificando inconsistências nas informações apresentadas pelo condutor.

Durante os procedimentos, o motorista informou aos policiais que havia recebido o caminhão na cidade de Fortaleza-CE e que realizaria o transporte da carga até o município de Picos-PI.

No compartimento de carga, os policiais localizaram cerca de 1.035 caixas contendo cigarros de origem estrangeira, cuja comercialização é proibida no Brasil. A carga estava acondicionada de forma a dificultar a fiscalização, porém o trabalho técnico, criterioso e atento da equipe permitiu a identificação do ilícito.

A estimativa preliminar aponta que cerca de 517 mil maços de cigarros contrabandeados foram retirados de circulação com a ação da PRF. A quantidade exata da carga ainda está em levantamento.

A ocorrência reforça a eficiência do trabalho de inteligência e fiscalização da Polícia Rodoviária Federal no enfrentamento ao contrabando e demais crimes transfronteiriços, contribuindo diretamente para a proteção da saúde pública, da ordem econômica e da segurança da sociedade.

O condutor, o veículo e toda a carga apreendida foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Teresina-PI para adoção das medidas cabíveis.

fonte cidadesnanet.com

MPPI realiza inspeções nos CREAS de Teresina para verificar qualidade dos serviços de medidas socioeducativas de meio aberto

equipes no creas sudeste

O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio da 46ª Promotoria de Justiça, realizou, nos dias 11 e 12 de maio, inspeções nos Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS), utilizados para o cumprimento de medidas socioeducativas de meio aberto.

As atividades foram coordenadas pela promotora de Justiça Francisca Lourenço, com apoio de uma equipe multidisciplinar do MPPI, que averiguou a regularidade do cumprimento das medidas socioeducativas aplicadas a crianças e adolescentes pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas de Teresina (SEMCASPI).

Durante a inspeção, a equipe de psicologia, formada por servidores da Comissão de Perícias e Pareceres Técnicos (CPPT) do MPPI, analisou critérios como a admissão de técnicos de referência e a quantidade de adolescentes que frequentam com assiduidade os locais. Além disso, verificou a regularidade de atividades culturais, parcerias ou convênios com outras instituições e a frequência das reuniões em grupos, capacitações de equipes, existência de veículo próprio e se estão sendo repassados lanches e materiais didáticos e lúdicos.

A comissão de assistência social, composta por colaboradores do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Infância e da Juventude (Caodij/MPPI), analisou se cada CREAS disponibilizava espaços condizentes com os serviços ofertados, se os recursos materiais e equipamentos condizem com a necessidade do serviço, se a coordenação cumpriu a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social (NOB-RH/SUAS) e se o Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo de Teresina foi executado.

CREAS NORTE

No CRAS NORTE, na segunda-feira (11), não havia equipe técnica disponível para receber a equipe multidisciplinar do MPPI. Além disso, foi constatada a falta de um técnico de referência que possibilitasse a escuta qualificada, estudo de caso e acompanhamento psicossocial contínuo com indivíduos e famílias com direitos violados.

EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DO MPPI NO CREAS NORTE

CREAS LESTE

Em seguida, no CREAS LESTE, foram constatadas deficiências arquitetônicas, como infiltrações e falta de acessibilidade, além de equipamentos em más condições de conservação e carência de materiais didáticos, lúdicos, esportivos e informativos para elaboração de oficinas e demais atividades. Além disso, foi relatada a constante insegurança sentida pelos profissionais diante da presença de membros de facções criminosas durante as visitas domiciliares.

Ao final, foi discutida a possibilidade de desenvolvimento de uma capacitação em parceria com a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), a fim de prover atenção socioassistencial e acompanhar adolescentes em cumprimento de determinações judiciais a partir da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

EQUIPE TÉCNICA DO MPPI NO CREAS LESTE

CREAS SUL

Na terça-feira (12), a equipe averiguou as condições de trabalho das equipes dos CREAS SUL e SUDESTE. O primeiro está localizado no Bairro Vermelha e funciona em um prédio cedido à prefeitura, escolhido para sediar a modalidade de liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade.

O MPPI verificou que a falta de técnicos de referência lotados no local compromete seriamente a manutenção das medidas socioeducativas. A equipe que atua em atividades de campo também relatou que trabalha sem uniformes ou outros mecanismos de identificação oficial. A falha, segundo os próprios funcionários, dificulta a abordagem das famílias e gera confusão na população sobre as atribuições dos assistentes sociais.

EQUIPE TÉCNICA DO MPPI EM REUNIÃO COM EQUIPE DO CREAS SUL

CREAS SUDESTE

A inspeção foi finalizada no CREAS SUDESTE, onde a coordenadora Marcela Mota prestou esclarecimentos sobre o funcionamento do local, que também é utilizado para a modalidade de liberdade assistida, além da prestação de serviços comunitários. A unidade possui servidores que se alternam entre os turnos de manhã e tarde, e enfrenta dificuldades para contratação de novos funcionários, processo mediado pela Semcaspi, por meio de concurso público, processos seletivos e editais de remoção.

engenheira do mppi registrando as condições estruturais do creas sudeste

fonte www.mppi.mp.br

Coordenadoria de Comunicação Social
Ministério Público do Estado do Piauí - MPPI

À RECORD, taxista relata que piloto poderia estar a 80km em colisão que terminou com morte de estudante de jornalismo da UFPI no Rio

A motorista disse ainda que tentou evitar uma freada brusca para não machucar a passageira do táxi; a vítima, Talita Oliveira, trabalhava em Teresina

A taxista envolvida na colisão que matou a estudante de jornalismo do 6º período da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Talita Oliveira, no Rio de Janeiro, falou sobre o trágico acidente em entrevista exclusiva à RECORD Rio. A jovem, que tinha 26 anos, trabalhava como estagiária de produção no Grupo Meio Norte, em Teresina. 

A Polícia Civil apura as circunstâncias do acidente. Uma das linhas investigadas é se o motociclista atuava por aplicativo e transportava Talita como passageira. Outra informação levantada é de que ele poderia ser amigo da jovem. Um vídeo, obtido pelo A10+, mostra o exato momento da colisão fatal. 



Em entrevista à RECORD Rio, a taxista envolvida na colisão afirmou que entrou em pânico após o impacto. Segundo ela, o semáforo estava aberto para o veículo quando a moto teria avançado em alta velocidade.

“Eu ainda olhei para a direita, onde vinham os carros no sentido Centro, mas de repente o motoqueiro furou todos os carros e veio como louco. Pelo impacto da batida, ele devia estar a uns 80 km/h”, relatou Luciclênia Ferreira. 

A motorista disse ainda que tentou evitar uma freada brusca para não machucar a passageira do táxi e acreditou que o motociclista conseguiria desviar, mas a colisão foi inevitável.

  

"Pelo impacto da batida, ele devia estar a uns 80 km", diz taxista envolvida em colisão que matou Talita Oliveira, estudante do PiauíRECORD

   

“Foi um estrondo muito forte. Eu fiquei em pânico, sem acreditar no que tinha acontecido. Quando desci do carro, vários motoqueiros disseram que ele tinha avançado o sinal”, contou.

A taxista também lamentou os prejuízos financeiros causados pelo acidente. Segundo ela, o valor da franquia do seguro do carro é de R$ 15,3 mil, além dos dias em que ficará sem trabalhar. “Se eu não trabalhar, eu não ganho. E as contas não esperam”, afirmou emocionada.

Imagens do acidente mostram o momento em que a motocicleta colide violentamente contra o táxi. O carro ficou com a parte frontal destruída. A passageira do táxi não ficou ferida.

O motociclista sobreviveu e a polícia investiga ainda a informação de que ele não possuía habilitação. Em nota, a TV Meio Norte informou que está oferecendo todo o suporte necessário à família de Talita Oliveira, acompanhando de perto os procedimentos relacionados ao traslado, velório e demais necessidades dos familiares.

Fonte: Portal A10+

Dois suspeitos são presos pelos crimes de homicídio e estupro de vulnerável

 O crime de homicídio aconteceu em Parnaíba, e prisão de ambos ocorreu no mesmo bairro, Bacurizeiro, em Altos

Dois homens foram presos pela Polícia Civil de Altos pelo cumprimento de mandados de prisão preventiva, pelos crimes de homicídio e estupro de vulnerável. Um dos indivíduos, identificado pelas iniciais A.A.C.F., tem 43 anos de idade, e responde ao processo de homicídio na comarca de Parnaíba. O outro preso, de 33 anos de idade, é investigado por estupro de vulnerável, em Altos. A prisão ocorreu no bairro Bacurizeiro, em Altos, nessa terça-feira (12).

  
O investigado pelo crime de estupro de vulnerável é o de blusa vermelha. O suspeito que tinha contra si mandado de prisão por homicídio veste blusa branca.ASCOM SSP-PI
  

"As investigações referentes ao delito de estupro de vulnerável seguem em andamento, a fim de que possamos apurar a verdade real dos fatos, sem que haja punição antecipada, tendo a medida cautelar sido cumprida para auxiliar nas investigações e como medida necessária neste momento", informou o delegado André Moreno, da Delegacia Seccional de Altos.

 André Moreno reafirma a importância das operações: "A gente entende que a medida é adequada e pertinente, também sendo necessário nesse momento das investigações. E a gente pretende fechar esse inquérito em breve", destaca.

A Delegacia Seccional de Altos segue no compromisso de combater a criminalidade violenta na região. Os dois indivíduos presos foram encaminhados à justiça, onde permanecem à disposição.


fonte bandpiaui.com.br

Sine/Pi: Entre a realidade e a fantasia beira a loucura

 Desemprego alto e informalidade expõem contradições do mercado

Indicadores oficiais apontam melhora no mercado de trabalho, mas os números convivem com uma realidade dura: informalidade elevada, subutilização da força de trabalho em nível crítico e empregos de baixa qualidade como regra, não exceção.

Foto: Reprodução | Governo do PiauíSine - PI

A divulgação de 413 vagas pelo Sistema Nacional de Emprego no Piauí volta a expor uma contradição que já não é sutil. De um lado, relatórios oficiais falam em recuperação do emprego. De outro, o cotidiano econômico do estado segue sustentado por ocupações instáveis, baixa renda e forte dependência do setor informal.

Os dados mais recentes do IBGE mostram que o Piauí encerrou 2025 com taxa de desocupação anual de 9,3 por cento, a mais alta do país no período. Ao mesmo tempo, a subutilização da força de trabalho chegou a 31 por cento, também a pior marca nacional. Isso significa que quase um terço da população economicamente ativa está desempregada, trabalha menos do que poderia ou desistiu de procurar ocupação. Esses números não são marginais, são estruturais.

A informalidade reforça esse quadro. O estado mantém patamar acima de 50 por cento da população ocupada sem carteira assinada, chegando a cerca de 52,7 por cento em estimativas recentes do IBGE e de bases técnicas estaduais. Na prática, mais da metade dos trabalhadores depende de atividades sem proteção previdenciária, sem estabilidade e com renda instável. Isso desmonta qualquer leitura otimista simplificada sobre “avanço do emprego”.

Mesmo assim, o discurso oficial se apoia no Novo Caged para sustentar a ideia de expansão. O Piauí registrou cerca de 21 mil novos empregos formais em 2025. O problema é que esse saldo positivo não altera o eixo central da estrutura produtiva: a maior parte dessas vagas está concentrada em atividades de baixa remuneração, alta rotatividade e pouca exigência de qualificação. Cresce o número de admissões, mas não necessariamente a qualidade do trabalho.

É nesse ponto que a atuação do Sine revela sua limitação mais evidente. As vagas divulgadas seguem um padrão repetitivo: serviços gerais, comércio varejista, construção civil e funções operacionais. São ocupações necessárias ao funcionamento da economia, mas insuficientes para enfrentar um problema maior, que é a ausência de um ciclo consistente de empregos qualificados e bem remunerados.

O desencontro aparece quando se confronta o discurso de expansão com a realidade estatística completa. Se há criação de postos formais, ela convive com informalidade acima de 50 por cento e subutilização que atinge praticamente um terço da força de trabalho. Isso não é um detalhe técnico, é uma fratura estrutural do mercado de trabalho.

Outro ponto crítico está na forma como esses dados são comunicados. A leitura fragmentada do Caged, isolada da PNAD Contínua, cria uma narrativa parcial. O resultado é uma espécie de fotografia otimista de um recorte estreito, enquanto o panorama geral segue marcado por precarização. O emprego cresce em um segmento, mas não reorganiza o conjunto.

Também é preciso observar a ausência de integração entre políticas de emprego e setores estratégicos capazes de elevar o padrão ocupacional. Tecnologia, inovação e cadeias produtivas mais complexas seguem periféricas nesse processo. Sem essa conexão, o Sine acaba funcionando como um sistema de distribuição de vagas já existentes, e não como ferramenta de transformação do mercado de trabalho.

No fim, o que se tem é um descompasso persistente. Os números oficiais indicam movimento, mas não explicam sua qualidade. E é justamente aí que mora o problema: a distância entre estatística e realidade não é pequena, ela já se tornou parte da própria estrutura do mercado de trabalho no Piauí.

Fonte: Márcio Felipe Rocha | Jornalista | Portal AZ

MPPI ajuíza ação contra ex-prefeito de Massapê do Piauí por contratação irregular durante a covid-19

 O Ministério Público do Piauí (MPPI) acionou a Justiça contra o ex-prefeito de Massapê do Piauí, Francisco de Carvalho, o Chico Carvalho. A ação civil pública aponta irregularidades em uma contratação feita durante a pandemia da covid-19. O órgão pede o bloqueio de bens dos investigados e a devolução de R$ 154.356,24 aos cofres públicos.

Foto: Reprodução/Redes SociaisEx-prefeito de Massapê do Piauí, Chico Carvalho

O promotor Sebastião Jacson Santos Borges, autor da ação, sustenta que houve contratação direta sem justificativa adequada, ausência de comprovação dos serviços prestados e prejuízo ao erário municipal.

De acordo com as investigações, a Prefeitura de Massapê firmou contrato com a empresa WSS Serviços de Locação de Mão-de-Obra e Construções Ltda em 2020, utilizando dispensa de licitação com base na emergência sanitária. No entanto, os pagamentos foram feitos sem que houvesse comprovação da execução dos serviços contratados.

O contrato trazia apenas a descrição genérica de "terceirização de mão de obra", sem especificar quantos funcionários, quais funções, onde atuariam ou quais metas deveriam cumprir. Essa falta de detalhamento, segundo o MP, inviabilizou qualquer tipo de fiscalização.

Não foram encontrados relatórios de acompanhamento, folhas de ponto, termos de recebimento ou registros fotográficos que comprovassem a prestação dos serviços pagos. Ainda assim, os valores foram integralmente desembolsados.

Laudos do Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção (CACOP) e do Tribunal de Contas do Estado indicaram que a empresa contratada tinha estrutura incompatível com os contratos que assumiu, sendo tratada nos autos como possível "empresa de fachada".

O caso começou a ser apurado após denúncia anônima enviada à Ouvidoria do MPPI em novembro de 2023. Na ação, o promotor pede a indisponibilidade de bens dos investigados no valor de R$ 154 mil, acrescido de juros e correção monetária.

fonte 180graus.com

Mulher atropelada no Saci não era moradora de rua, diz família, que pede justiça em Teresina

 A família de Maria do Socorro, vítima de um atropelamento fatal ocorrido no último domingo (10/05) no bairro Saci, Zona Sul de Teresina, divulgou uma nota pública na qual contesta informações iniciais e pede justiça. O caso é acompanhado pelo escritório Dr. Bruno Silva Advocacia Criminal, que atuará na assistência da acusação.

Foto: Reprodução

De acordo com a nota, a vítima não era uma pessoa em situação de rua, como teria sido inicialmente repercutido, mas uma "mulher de família". O documento afirma que o condutor envolvido no acidente fugiu do local sem prestar socorro e que testemunhas relataram que ele estava em estado de embriaguez no momento da colisão.

"A conduta do condutor configura homicídio com dolo eventual, pois, ao dirigir embriagado, assumiu o risco de causar a morte da vítima", conforme o texto divulgado pela defesa.

A família informou que câmeras de segurança da região registraram o momento do acidente e a fuga do motorista. O escritório informou que vai diligenciar para ter acesso às imagens e que todos os envolvidos devem colaborar com as investigações, sob pena de responsabilização penal.

O caso segue sob apuração das autoridades competentes.

 Leia abaixo a nota divulgada pelo escritório:

terça-feira, 12 de maio de 2026

Acidente fatal Estudante de Jornalismo da UFPI morre após acidente no Rio de Janeiro

 De acordo com informações apuradas, Talita estava na garupa de uma motocicleta que se envolveu em uma colisão com um carro na Avenida Rei Pelé…

Foto: Rprodução
Foto: Rprodução

A estudante de Jornalismo da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Talita Oliveira da Conceição, de 26 anos, morreu nesta segunda-feira (11) após sofrer um acidente de trânsito no Rio de Janeiro. A jovem atuava como estagiária de produção no Grupo Meio Norte e estava em período de férias.

De acordo com informações apuradas, Talita estava na garupa de uma motocicleta que se envolveu em uma colisão com um carro na Avenida Rei Pelé. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.

Em nota, o Grupo Meio Norte informou que está prestando assistência à família da estudante. “O Meio Norte está oferecendo todo o suporte necessário à família de Talita Oliveira, acompanhando de perto os procedimentos relacionados ao traslado, velório e demais necessidades dos familiares”, declarou a empresa.

A Universidade Federal do Piauí também lamentou a morte da estudante por meio de uma nota de pesar divulgada nesta terça-feira. Confira na íntegra:

“A Universidade Federal do Piauí (UFPI) manifesta, com profundo pesar, o falecimento, nesta segunda-feira, 11 de maio, da estudante do curso de Jornalismo, Talita Oliveira da Conceição.

Tendo ingressado na instituição em 2023, Talita era muito querida por colegas e professores, conhecida por ser uma pessoa esforçada, gentil e acolhedora.

Neste momento de dor, toda a comunidade universitária da UFPI, em especial o Centro de Ciências da Educação (CCE) e o curso de Jornalismo, se solidariza com familiares, amigos e colegas de curso.”

fonte cidadesnanet.com

MPPI realiza audiência extrajudicial para discutir segurança do transporte escolar em localidade da zona rural de Teresina

Pessoas sentadas em volta de uma mesa

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da promotora de Justiça Flávia Gomes Cordeiro, titular da 38ª Promotoria de Justiça de Teresina, realizou nesta terça-feira (12), uma audiência extrajudicial para apurar as condições do transporte escolar utilizado por estudantes da localidade Soturno, na zona rural de Teresina.

A audiência ocorreu para apurar possíveis irregularidades e riscos na prestação do serviço de transporte escolar aos alunos da comunidade, além da necessidade de adoção de medidas emergenciais e estruturais para resguardar o direito à educação e a segurança dos estudantes da comunidade.

Participaram da reunião o presidente da Associação de Moradores da localidade Soturno, Francisco Chagas do Nascimento Júnior, moradores da comunidade e Danilo Andrade, representante da Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR).

Durante a audiência, a promotora de Justiça relembrou os pontos da recomendação expedida à SDR, que prevê a realização de vistoria técnica nas rotas do transporte escolar, recuperação emergencial das vias, manutenção contínua das estradas vicinais, elaboração de plano estrutural de intervenção e pavimentação, além da adoção de medidas provisórias para mitigação dos riscos identificados.

O representante da SDR informou que as intervenções na localidade Soturno devem ocorrer ainda neste mês de maio. Segundo ele, serão executados ainda os serviços de aterramento e melhorias nas condições de trafegabilidade da estrada vicinal. O representante também explicou que a realização de calçamento definitivo depende de processo licitatório específico, ainda em fase de planejamento.

Já o presidente da Associação de Moradores destacou a preocupação da comunidade com o estado precário das vias e o risco de acidentes envolvendo os estudantes transportados diariamente. Conforme relatado, motoristas responsáveis pelo transporte escolar têm demonstrado receio em trafegar pela rota devido às condições da estrada.

Diante da situação, a promotora Flávia Gomes determinou a intimação de representante jurídico da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) para participação na próxima audiência sobre o tema.

Além disso, o MPPI determinou que a SDR apresente relatório detalhado informando os trechos da localidade que receberão pavimentação ou intervenções estruturais. Também foi estabelecido prazo de 60 dias para que a SEMEC apresente relatório técnico sobre as condições estruturais e de segurança dos ônibus escolares utilizados na rota da localidade Soturno, incluindo eventuais providências adotadas. Ao final da audiência, ficou definida a realização de uma nova reunião no dia 2 de julho de 2026, às 9h, para acompanhamento das providências adotadas pelos órgãos envolvidos.

fonte www.mppi.mp.br

Coordenadoria de Comunicação Social
Ministério Público do Estado do Piauí - MPPI

Soldado do Maranhão que matou PM do Piauí vai a júri popular

 Crime ocorreu após uma discussão entre os dois policiais na porta de casa em Teresina

O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) pronunciou o soldado Raimundo Linhares da Silva, da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), para ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri. Ele é acusado de matar o sargento João de Deus Teixeira dos Santos, da Polícia Militar do Piauí, durante uma discussão ocorrida em novembro de 2024, na zona Sul de Teresina.

Na decisão, obtida pelo A10+, a Justiça entendeu que ainda existem elementos suficientes para que o caso seja analisado pelo Tribunal do Júri, especialmente diante das circunstâncias da morte e das dúvidas sobre a alegação de legítima defesa apresentada pelo acusado.

  

TJ-PI decide levar a júri popular policial do Maranhão acusado de matar sargento da PM do Piauí em Teresina
Divulgação

   

“Ainda que o investigado alegue ter agido em legítima defesa, os elementos constantes dos autos não permitem, com o grau de certeza exigido nesta fase, o reconhecimento inequívoco da excludente de ilicitude. Ademais, mesmo que se admitisse alguma agressão inicial por parte da vítima, os indícios colhidos apontam para reação desproporcional e dolosa por parte do investigado, o que afasta, neste momento, a configuração da excludente, recomendando-se o prosseguimento da persecução penal para julgamento pelo Tribunal do Júri”, narra a denúncia.

A magistrada responsável pelo caso também determinou oficialmente que o policial militar maranhense seja levado a júri popular pelo crime de homicídio qualificado.

“Isto posto e com base no art. 413 do Código de Processo Penal, PRONUNCIO o acusado RAIMUNDO LINHARES DA SILVA para que seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, pela prática do delito tipificado no art. 121, § 2°, inciso II, do CPB, contra a vítima JOÃO DE DEUS TEIXEIRA DOS SANTOS”, diz a decisão assinada pela juíza de Direito da 2ª Vara do Tribunal Popular do Júri da Comarca de Teresina, Maria Zilnar.

Entenda o caso

O sargento João de Deus, da Polícia Militar do Piauí, foi baleado na cabeça em novembro de 2024, durante uma suposta discussão ocorrida na porta de sua residência, localizada no Residencial Parque Sul, na região do Vamos Ver o Sol, zona Sul de Teresina.

Segundo informações apuradas à época, o desentendimento teria ocorrido com o soldado Raimundo Linhares da Silva, policial militar lotado no Maranhão e vizinho da vítima. Após a discussão, houve troca de tiros e João de Deus acabou sendo atingido na cabeça.

O policial chegou a ser socorrido e permaneceu internado por quase uma semana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Fonte: Portal A10+