Quem circula ao arredores do Shopping Rio Poty, em Teresina, pode observar a grande quantidade de placas de “proibido estacionar” instaladas nas vias próximas ao centro comercial. A situação tem motivado diversas manifestações encaminhadas ao Portal R10, levantando um questionamento recorrente entre motoristas: "por que tantas placas na região?".
Segundo os relatos, a sinalização chama atenção pela frequência com que aparece ao longo das ruas que circundam o empreendimento. Condutores apontam que a concentração das placas causa estranhamento e gera dúvidas sobre os critérios adotados para a definição das restrições.
Se observado atentamente, em pouquíssimos pontos das vias próximas ao shopping não há placas de “proibido estacionar”. Diante desse cenário, motoristas relatam insegurança e questionam claramente: "afinal, pode ou não pode estacionar nas imediações do empreendimento?".

O entorno do shopping é marcado por intenso fluxo de veículos, especialmente em fins de semana e datas de maior movimento. Diante disso, as denúncias pedem maior transparência quanto aos estudos técnicos que embasaram a instalação da sinalização e a necessidade de tantas proibições em um mesmo perímetro.
Ao Portal R10, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), explicou que a sinalização faz parte do estudo técnico realizado pela equipe de engenharia de tráfego e está localizada em pontos onde há a necessidade da proibição.
"Conforme estudos técnicos realizados pela equipe de engenharia de tráfego, com vistas à melhoria da fluidez viária na região e à observância das disposições do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foi implantada sinalização vertical de regulamentação nos pontos onde se faz necessária a proibição de estacionamento. Nos trechos em que não há sinalização restritiva, o estacionamento é permitido, desde que respeitadas as normas estabelecidas pela legislação de trânsito vigente", explica a Strans.

O Portal R10 também procurou a administração do Shopping Rio Poty para falar a respeito do caso e solicitar esclarecimentos sobre a sinalização nas imediações, mas não recebeu retorno até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para esclarecimentos.




