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terça-feira, 19 de maio de 2026

Justiça marca júri popular dos acusados pela morte de Benedito Neto em São João do Arraial

 Julgamento está previsto para o dia 3 de junho, no Fórum de Matias Olímpio; ex-vereador é apontado pela investigação como mandante do crime.

Justiça marca júri popular dos acusados de matar Benedito Neto em São João do Arraial

A Justiça do Piauí marcou para o dia 3 de junho de 2026 o julgamento dos acusados de envolvimento no assassinato do empresário Benedito Cardoso de Sousa Neto, conhecido como Benedito Neto. O crime ocorreu em 14 de janeiro de 2025, no município de São João do Arraial, no Norte do Piauí.

Segundo informações do edital de convocação do Tribunal do Júri, a sessão será realizada a partir das 8h, no Fórum da Comarca de Matias Olímpio (PI). Os réus no processo são Marco Antonio Borges Resende, Rafael da Costa Barroso, Jonathas José de Deus Sousa e Francisco Douglas Oliveira da Silva.

O sorteio dos jurados titulares e suplentes foi realizado em audiência pública presidida pelo juiz Manfredo Braga Filho. A Justiça também determinou a convocação dos jurados para a sessão de julgamento.

Justiça marca júri popular dos acusados pela morte de Benedito Neto em São João do Arraial

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o homicídio teria sido motivado por ciúmes. A apuração aponta que a vítima mantinha um relacionamento com a ex-companheira do ex-vereador Marco Antonio Borges Resende, apontado como mandante do crime. Conforme a polícia, ele foi preso em fevereiro de 2025, em Teresina.

Inicialmente, os suspeitos chegaram a confessar participação no crime e afirmaram que o assassinato estaria ligado a disputas entre facções criminosas e ao tráfico de drogas. No entanto, a quebra de sigilo telemático e a análise de mensagens interceptadas mudaram o rumo das investigações.

Polícia prende suspeito de mandar matar empresário em São João do Arraial

Segundo a Polícia Civil, a apuração identificou a atuação de um intermediador, responsável por fazer a ligação entre o apontado mandante e os executores do crime. As investigações apontam ainda que o ex-vereador Marco Borges teria encomendado o assassinato pelo valor de R$ 50 mil e oferecido um sítio como parte do pagamento ao pistoleiro.

A vítima, conforme a polícia, não possuía antecedentes criminais.

fonte revistaaz.com.br