O governador afirmou que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre a gasolina já passou por redução anteriormente e, por isso, questionou os motivos para o recente aumento no preço do combustível observado em postos de abastecimento. Segundo ele, a elevação nos valores pagos pelos consumidores não pode ser atribuída diretamente ao imposto estadual, uma vez que a carga tributária sobre o produto já havia sido diminuída.
De acordo com o chefe do Executivo, é necessário avaliar outros fatores que influenciam o preço final da gasolina, como custos da cadeia de distribuição, decisões do mercado e a política de preços adotada pelas empresas do setor. Ele destacou que a formação do valor nas bombas envolve diversas etapas, desde a produção até a comercialização, o que exige uma análise mais ampla sobre as razões para a alta.
O governador também demonstrou preocupação com o impacto do aumento do combustível no orçamento da população. Para ele, é importante que haja transparência no processo de definição de preços, permitindo identificar com clareza quais agentes estão contribuindo para o encarecimento do produto para o consumidor final.
Diante do cenário, o gestor reforçou que o governo estadual segue acompanhando a evolução dos preços e defendeu que o debate sobre o custo dos combustíveis leve em consideração todos os elementos envolvidos na formação do valor, e não apenas a carga tributária estadual.
fonte 180graus.com