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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Massagista é presa suspeita de furtar joias de cliente em Teresina

Os desaparecimentos, conforme apuração, não foram percebidos imediatamente….


Foto: SSP-PI

A Polícia Civil do Piauí, por meio da 7ª Seccional de Polícia – Divisão 1, cumpriu, na manhã desta quinta-feira (30/07), quatro mandados de busca e apreensão durante uma investigação que apura furtos qualificados pelo abuso de confiança ocorridos em uma residência de condôminio privado, em abril deste ano, na capital.

A principal investigada é uma mulher identificada pelas iniciais K.R. de F.F., de 34 anos, que prestava serviços de massagem à vítima e, por conta da atividade, tinha acesso frequente à residência.

Segundo a investigação, a suspeita teria se aproveitado da confiança estabelecida com a vítima e da facilidade de acesso ao imóvel para subtrair, em diferentes ocasiões, diversas joias e objetos de ouro. Os desaparecimentos, conforme apuração, não foram percebidos imediatamente.

As diligências também apontaram a possibilidade de que outros bens tenham sido furtados de residências frequentadas pela investigada. Entre os objetos estão perfumes, cosméticos e produtos utilizados em cuidados dermatológicos e de beleza.

Durante as buscas, os policiais localizaram e apreenderam diversas peças de aparência dourada e prateada, além de perfumes e outros objetos. O material será catalogado e submetido a procedimentos de identificação para verificar sua origem e possibilitar o eventual reconhecimento pelas vítimas.

A operação também cumpriu mandados em dois estabelecimentos comerciais localizados na região central de Teresina e especializados na compra de ouro. De acordo com as investigações, peças pertencentes a uma das vítimas teriam sido negociadas nesses locais.

Os objetos apreendidos passarão por análise e as diligências continuarão para verificar a procedência dos demais materiais encontrados.

Fonte portal Cidade na Net 

Sob novo comando, Avante anuncia aliança com Novo e inclui Antônio José Lira na chapa ao Senado

 Com o acordo, os dois partidos terão Elizeu Aguiar, ex-presidente do River como candidato ao governo

O Avante anunciou uma aliança majoritária com o Novo para as eleições de 2026 no Piauí. O acordo foi confirmado pelo vice-presidente estadual do partido, Antônio José Lira. Pela composição acertada, Elizeu Aguiar será candidato a governador, tendo Ismar Marques como vice. Antônio Barros, do Novo, e Antônio José Lira, do Avante, disputarão as duas vagas ao Senado.


Sob novo comando, Avante anuncia aliança com Novo e inclui Antônio José Lira na chapa ao Senado

O Novo deverá promover uma adequação na ata aprovada durante a convenção partidária realizada recentemente. Já o Avante pretende oficializar a aliança em uma nova convenção marcada para o dia 5 de agosto, após a mudança no comando estadual da sigla.

O anúncio da aliança ocorre em meio a uma disputa pelo controle estadual do Avante. Antônio José Lira afirmou que não enfrentava diretamente Gustavo Henrique, que comandava a comissão provisória da legenda, mas atribuiu o conflito a outra liderança política não identificada por ele.

Em entrevista ao O Dia nesta quinta-feira (30), Antônio José Lira afirmou que também trabalha para organizar a chapa proporcional do partido e tentar formar uma nominata única para deputado federal.

“Candidato ao Senado, Antônio José Lira. Iremos conversar com todos os pré-candidatos da chapa de federal, tentando equacionar uma chapa única de federal, inclusive pegando alguns bons de estadual, levando para federal para reforçar a chapa. Coligação com o Novo. Dois pontos que vão dar certo: Primeiro, o candidato ao Senado, Antônio José Lira, a força do segundo voto. E coligado com o novo, Eliseu Aguiar, a força da fé”, declarou.

Ao comentar sua candidatura, Lira afirmou que pretende percorrer o estado em busca do chamado segundo voto para o Senado. Nas eleições de 2026, os eleitores piauienses poderão escolher dois candidatos para o cargo. Lira também questionou a validade da convenção anunciada pelo grupo de Gustavo Henrique. Segundo o novo dirigente, o ex-presidente estadual não teria mais acesso aos sistemas necessários para encaminhar as decisões partidárias à Justiça Eleitoral.

“A partir de agora, vou andar o Piauí defendendo a força do segundo voto. Eu não vim para ser coadjuvante. Vim para ganhar a eleição. Ele [Gustavo Henrique] não é mais presidente e sabe disso. Essa convenção não terá como ser enviada ao Tribunal Regional Eleitoral porque ele não possui mais o acesso necessário”, destacou.

Gustavo Henrique contesta mudança

Gustavo Henrique, por sua vez, afirmou que a comissão presidida por ele permanece válida e indicou que poderá buscar medidas judiciais para manter o controle do partido.

“Entendam como quiser. A comissão válida é a nossa. Essa convenção está sendo feita para cumprir a legislação eleitoral. Você acha, quem me conhece, que eu faria algo se não tivesse fundamentado? Eu acho que às vezes o silêncio é o melhor recado, mas como eu estou sendo provocado eu estou a responder com muito respeito a nossa sociedade”, comentou.

Ele também rejeitou as críticas feitas por Antônio José Lira e disse que a convenção organizada pelo seu grupo tem fundamento jurídico e será realizada para cumprir a legislação eleitoral.

“Até então nós não tínhamos obviamente nada contra essa figura [Antonio José Lira]. E aqui este grupo que me confiou a presidência, esse grupo que está ao meu lado me conhece. Dizer algo de um e de outro, todo mundo tem boca e fala o que quer. Agora provar a conduta, a moral e a ética é outra coisa”, disse.

A disputa interna deverá seguir para análise da direção nacional do Avante e, eventualmente, da Justiça Eleitoral. Enquanto isso, o grupo liderado por Antônio José Lira mantém a convenção do dia 5 de agosto para homologar a aliança com o Novo e as candidaturas do partido.


Fonte portal O Dia 

MPPI promove encontro do “Programa Reeducar” e debate a temática da dependência química

 

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio do Núcleo de Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), realizou, na terça-feira (28), o 5º encontro do “Programa Reeducar” em 2026. A iniciativa é voltada a homens envolvidos em contextos de violência doméstica e familiar.

Durante o encontro, foi abordado o tema “Drogas, Álcool e Violência contra a Mulher: uma abordagem para compreender, prevenir e romper o ciclo da violência de gênero”, conduzido pela psicóloga Elizandra Pires. A profissional promoveu uma reflexão sobre a relação entre o uso de álcool e outras drogas e a violência doméstica.

Elizandra explicou que o uso de substâncias pode potencializar comportamentos violentos. “É um tema muito importante a ser debatido, inclusive com homens que praticaram a violência, para que eles entendam que a substância não a provoca, mas potencializa o comportamento violento da pessoa que o pratica”, afirmou.

A coordenadora do Programa Reeducar, promotora de Justiça Amparo Paz, destacou a importância da temática trabalhada durante o encontro. “Decidimos trazer essa temática pois entendemos que o uso de substâncias nocivas, como álcool e outras drogas, potencializa os casos de violência, e essa reflexão ajuda na compreensão sobre os seus comportamentos. Com isso, nossos reeducandos passam a se perceber mais e também a romper essa prática da violência”, pontuou.

Foto participantes

Fonte MPPI 

Coordenadoria de Comunicação Social
Ministério Público do Estado do Piauí - MPPI

Condenado por estupro de vulnerável no Distrito Federal é preso pela polícia em Esperantina

 Homem condenado a oito anos de prisão em regime semiaberto foi localizado durante diligência da Polícia Civil após troca de informações entre forças de segurança.


A Polícia Civil de Esperantina (PI) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (30), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado pelo crime de estupro de vulnerável no Distrito Federal. O indivíduo foi identificado apenas pelas iniciais L. R. de O.

Ao RevistaAZ, o delegado Arão Lobão informou que os policiais tomaram conhecimento de que o homem estava na cidade após informações repassadas pelo Grupamento da Polícia Militar (GPM) de São João do Arraial.

Com base nas informações recebidas, a equipe iniciou diligências para localizar o condenado. Ele foi encontrado na porta do Hospital Estadual Dr. Júlio Hartman, onde foi abordado e preso em cumprimento ao mandado expedido pela Justiça.

Segundo o delegado, o homem foi condenado a oito anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de estupro de vulnerável praticado no Distrito Federal. As informações sobre a condenação foram encaminhadas pela Justiça do Distrito Federal à Polícia Civil de Esperantina (PI), o que possibilitou o cumprimento do mandado de prisão.

Após a prisão, o condenado foi conduzido à Delegacia Seccional para os procedimentos legais. Em seguida, ele deverá ser transferido ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte portal revista az

Justiça determina afastamento do Controlador-Geral de Campo Maior e exige novo nome para cargo

 

Prefeitura de Campo Maior | Divulgação/Prefeitura

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) conseguiu uma decisão liminar que determina o afastamento do atual Controlador-Geral do Município de Campo Maior e estabelece a nomeação de um novo responsável pelo órgão de controle interno da prefeitura. A Ação Civil Pública (ACP) foi apresentada pelo promotor de Justiça Maurício Gomes Souza.

A decisão, proferida pela 2ª Vara da Comarca de Campo Maior e publicada na quarta-feira (29), suspendeu os efeitos da Portaria nº 060/2025, além de eventuais atos posteriores de recondução ou designação relacionados ao cargo. Com isso, Antônio Alberto Soares Carvalho foi afastado imediatamente da função de Controlador-Geral do Município.

Segundo o MPPI, a investigação apontou que o cargo vinha sendo ocupado por um servidor sem vínculo efetivo com a administração municipal. Diante da irregularidade identificada, o órgão ministerial expediu a Recomendação Administrativa nº 007/2025, orientando que a Controladoria-Geral fosse comandada por um servidor efetivo, aprovado em concurso público e com formação compatível com as atribuições técnicas do cargo.

Ainda conforme o Ministério Público, as medidas recomendadas não foram cumpridas pelo Município, o que levou ao ajuizamento da Ação Civil Pública para garantir a adequação do sistema de controle interno às normas constitucionais e legais.

Na decisão, a Justiça determinou que o prefeito de Campo Maior nomeie e dê posse, no prazo máximo de 15 dias, a um novo titular para a Controladoria-Geral. O escolhido deverá ser servidor público efetivo e estável do município, possuir nível superior em área compatível com as funções e cumprir mandato de três anos, conforme prevê o artigo 90, §1º, da Constituição do Estado do Piauí.

Caso a determinação judicial não seja cumprida, foi estabelecida multa diária de R$ 2 mil, limitada ao valor de R$ 50 mil, que poderá ser aplicada diretamente ao prefeito, além da possibilidade de responsabilização por crime de desobediência.

Fonte: portal R10 com informações MPPI

DENARC deflagra operação contra tráfico de drogas e cumpre 10 mandados no Sul do Piauí

 A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio das Polícias Civil e Militar, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30/07), mais uma operação integrada de combate ao tráfico de drogas na macrorregião de Picos, sul do estado. 

Foto: SSP-PISSP-PI

A ação é coordenada pelo Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), com apoio operacional da Polícia Militar.

Os alvos da operação se concentraram nos municípios de Francisco Santos, Monsenhor Hipólito e Santo Antônio do Lisboa. 

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. 

Durante as diligências, policiais apreenderam entorpecentes em um dos endereços alvos da operação.

A operação tem como objetivo combater o tráfico de drogas e desarticular os grupos criminosos na região.

Fonte 180graus.com 

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Piauí é o 5º estado com menos acidentes de trabalho do país, aponta estudo da Anamt

 

Levantamento aponta 11.820 registros no estado nos últimos três anos; Brasil somou quase 1,9 milhão de casos no período


O Piauí ficou entre os cinco estados do país que menos registraram acidentes de trabalho nos últimos três anos. No período entre janeiro de 2023 e maio de 2026, o estado somou 11.820 registros, à frente apenas do Amazonas, Acre, Sergipe e Amapá, segundo dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), vinculada ao Ministério da Saúde.

Levantamento aponta 11.820 registros no estado nos últimos três anos. - (Elza Fiúza/Agência Brasil)Elza Fiúza/Agência Brasil
Levantamento aponta 11.820 registros no estado nos últimos três anos.


Em todo o país foram registrados 1.843.604 acidentes de trabalho no período, dos quais 222.139 ocorreram somente entre janeiro e maio deste ano. Segundo a Anamt, os resultados revelam como os acidentes de trabalho impactam a saúde da população, sobretudo a Previdência Social e a demanda por serviços assistenciais públicos e privados.

Os homens foram as principais vítimas no recorte nacional, respondendo por 74,7% dos casos, com mais de 1,3 milhão de notificações. As mulheres, por sua vez, representam menos da metade dos acidentes, com 466.921 registros, o equivalente a 25,3% dos casos no país.


"A maior concentração ocorreu entre pessoas de 20 a 49 anos. O grupo de 20 a 34 anos reuniu 783.598 notificações, enquanto os trabalhadores de 35 a 49 anos responderam por 610.441. Juntas, essas duas faixas etárias concentraram 1.394.039 casos, correspondentes a 75,6% dos registros", detalhou a associação.

Entre as regiões, Sul e Sudeste lideram os casos de acidentes de trabalho, concentrando juntas 72,6% das notificações registradas no período do levantamento. O Sudeste respondeu por 788.518 ocorrências (42,8%), enquanto o Sul somou 550.377 casos (29,9%). Na sequência aparecem o Nordeste, com 223.250 registros, o Centro-Oeste, com 175.366, e o Norte, com 106.093.


Fonte portal O Dia 

Crime investigado Polícia investiga morte de homem após incêndio em casa no Sul do Piauí

 Maury Santos Alves, de 29 anos, sofreu queimaduras graves e morreu cinco dias depois de ser socorrido; perícia deve apontar como o fogo começou….


Maury Santos Alves — Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Piauí (PCPI) investiga a morte de Maury Santos Alves, de 29 anos, ocorrida no dia 22 de julho, cinco dias após um incêndio em uma casa em Dirceu Arcoverde, no Sul do Piauí.

A família da vítima suspeita que o incêndio tenha sido provocado por alguém que estava no imóvel. No entanto, segundo o delegado José Wellington, responsável pelo caso, a principal hipótese investigada ainda é a de acidente.

Ao g1, o delegado afirmou que, até o momento, não há elementos concretos que indiquem que Maury tenha sido vítima de uma ação criminosa.

“Não descartamos ainda um ato proposital, mas efetivamente não temos elementos para afirmar isso. A hipótese que ainda prevalece é de acidente, mas ainda está cedo para firmar uma tese definitiva sobre o ocorrido”, disse José Wellington.

O incêndio ocorreu por volta das 2h do dia 17 de julho. Maury foi socorrido, transferido para Teresina e morreu cinco dias depois em decorrência das queimaduras.

Todos dormiam no momento do incêndio

Segundo o delegado, os depoimentos colhidos indicam que todas as pessoas que estavam na casa dormiam quando o incêndio começou. De acordo com a investigação, o grupo havia passado a noite consumindo bebidas alcoólicas.

Maury estava em um quarto com a namorada. Segundo o delegado, a jovem conseguiu sair da casa ao perceber o incêndio, mas voltou ao notar que o companheiro não havia conseguido deixar o imóvel. Ela conseguiu retirá-lo da casa, mas ele já apresentava queimaduras graves.

O dono da casa dormia em um sofá na sala, enquanto outras duas pessoas estavam em um colchão próximo. Segundo os relatos, todos acordaram quando o fogo já estava se espalhando e saíram da residência.

Família registrou boletim de ocorrência

O pai de Maury registrou um boletim de ocorrência relatando a suspeita de que o filho possa ter sido vítima de um crime.

O delegado informou, porém, que a Polícia Civil já tinha conhecimento do caso antes do registro da ocorrência, após ser comunicada pela Polícia Militar. A perícia também já havia sido acionada.

Segundo José Wellington, a família suspeita que alguém tenha provocado o incêndio, mas as testemunhas ouvidas até agora não apresentaram informações que sustentem essa versão.

“Existe essa falação por parte da família, mas o que vimos até agora está muito baseado em achismos. Nem mesmo a namorada da vítima viu o início do incêndio”, afirmou.

Causa do fogo ainda é desconhecida

A polícia ainda não sabe o que causou o incêndio. Entre as hipóteses analisadas estão o uso de líquido inflamável, curto-circuito, cigarro ou vela, mas nenhuma delas foi confirmada até o momento.

O delegado explicou que, em casos de homicídio, a polícia costuma buscar indícios de motivação, como brigas ou conflitos entre os envolvidos. Segundo ele, até o momento não foram encontrados sinais de desentendimentos entre as pessoas que estavam na casa.

“Quando se trata de uma agressão ou homicídio, um dos fatores procurados é a motivação. E não houve nada disso demonstrado até agora”, disse.

A namorada de Maury foi uma das pessoas ouvidas pela Polícia Civil, que segue com as diligências e aguarda o laudo pericial do local. O documento deve ajudar a esclarecer como o incêndio começou e se houve ou não ação criminosa.

Fonte portal Cidade na Net 

Técnica de enfermagem que tentou sequestrar recém-nascida é solta em Teresina

 Ela está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.



A técnica de enfermagem Auricélia de Sousa Rocha, presa após tentar sequestrar uma recém-nascida na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, foi colocada em liberdade nesta quarta-feira (29). Ela está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.

A informação foi confirmada à Rede Clube pela Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus) e que a Justiça do Piauí acatou o habeas corpus solicitado pela defesa. O Portal ClubeNews procurou a defesa de Auricélia para comentar a decisão, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

No último dia 13 de julho, a defesa informou que pediria à Justiça a soltura da investigada. Na ocasião, Auricélia havia recebido alta do Hospital Areolino de Abreu, onde passou por avaliação psiquiátrica.

Segundo os advogados, a técnica de enfermagem foi diagnosticada com Transtorno Psicótico Agudo Polimorfo com sintomas esquizofrênicos.

Em nota, o advogado Tiago Carvalho Moreira afirmou que a defesa respeita a família da bebê, os profissionais da maternidade e o trabalho das autoridades responsáveis pela investigação, mas ressaltou que o estado de saúde mental da investigada precisa ser considerado durante o processo.

A defesa acrescentou que anexou aos autos documentos que apontam o uso de medicação psiquiátrica por Auricélia. Segundo os advogados, ela apresenta comprometimento da compreensão da realidade e dificuldade para entender a gravidade dos fatos apurados.

Foto: Governo do Piauí

Entenda o caso


Imagens exclusivas obtidas pela TV Globo mostram os momentos que antecederam a tentativa de sequestro de uma recém-nascida dentro da Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. A principal investigada é a técnica de enfermagem Auricélia Rocha, funcionária da unidade há pouco mais de dois anos, que estava de folga no dia do caso.

As imagens revelam que, às 13h40, Auricélia aparece caminhando com a bebê por um corredor do hospital. Segundo a família da criança, ela teria informado à mãe da recém-nascida que levaria a menina para a realização de exames de rotina, incluindo o teste do pezinho.

Desconfiada da situação, a tia da bebê, Daniela Beatriz, decidiu acompanhar a movimentação do lado de fora da sala. Poucos minutos depois, a técnica deixou o local sem a criança, carregando uma bolsa preta de grande porte e entrou em um banheiro.

“Ela vai pro banheiro, eu já fico olhando aquela situação. Eu sinto que aquele negócio não tá certo”, relatou Daniela.

De acordo com a testemunha, Auricélia saiu do banheiro usando roupas diferentes das que vestia anteriormente. Às 13h45, Daniela decidiu interceptá-la. Ao abrir a bolsa, encontrou a sobrinha dentro dela.

“Quando eu puxo, a neném tá lá. Eu questiono: ‘Mulher, pelo amor de Deus, o que tu tá fazendo com essa menina nessa bolsa?’. Eu já tiro a neném e saio pedindo socorro”, contou.

Fonte Portal ClubeNews 

TJ-PI acolhe recurso do MPPI e condena policial militar por organização criminosa e colaboração com tráfico de drogas

 

A 1ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) julgou procedente a apelação criminal apresentada pelo Ministério Público do Piauí (MPPI) contra sentença que havia absolvido o policial militar Francisco Ferreira de Sousa Filho, acusado de integrar organização criminosa e atuar como informante de grupo voltado ao tráfico de drogas.

O recurso foi elaborado pela 9ª Promotoria de Justiça de Teresina, que tem como titular o promotor de Justiça Assuero Stevenson. Na apelação, o Ministério Público sustentou que os elementos produzidos durante a investigação e confirmados em juízo eram suficientes para demonstrar a responsabilidade penal do acusado.

A sentença de primeiro grau havia fundamentado a absolvição na insuficiência de provas judicializadas, destacando a retratação de uma testemunha durante audiência. No recurso de apelação, o MPPI argumentou que os relatórios de inteligência, as extrações de dados telefônicos e os depoimentos prestados em juízo pelos delegados responsáveis pela investigação constituíam provas aptas a embasar a condenação.

Ao analisar o recurso, a 1ª Câmara Especializada Criminal acolheu a tese defendida pelo Ministério Público, reformou a sentença absolutória e reconheceu a responsabilidade penal do policial militar.

Com a reforma da decisão de 1º grau, Francisco Ferreira de Sousa Filho foi condenado à pena de 12 anos, oito meses e sete dias de reclusão, a ser cumprida em regime fechado. A condenação refere-se aos crimes de organização criminosa, com emprego de arma de fogo e participação de funcionário público, além de colaboração como informante de grupo destinado ao tráfico de drogas.

Fonte MPPI 

Coordenadoria de Comunicação Social
Ministério Público do Estado do Piauí - MPPI